31 de ago de 2011

Casamento Celta



"TRADIÇÕES CÉLTICAS
Os celtas habitavam a Europa primitiva.
Não deixaram registros escritos, pois acreditavam que a força das palavras poderia se perder na interpretação da escrita.
Passavam sua sabedoria boca a boca, através de contadores de estórias ou cantores, chamados bardos.

Para os celtas, a terra sobre a qual viviam era sagrada, sendo que cada animal, planta e pedra tinham sua própria vibração e canto.

Eles sabiam que seu próprio sustento dependia da terra em que viviam que fornecia alimentos e outros recursos.

Uma das principais formas dos celtas honrarem a terra era realizando cerimônias em pontos de mudanças dos ciclos da estação.

Compreendiam que uma pessoa não poderia trilhar o caminho de sua verdadeira honra e de seu destino, se não vivesse em total harmonia com a terra que habitava.

A tradição celta se baseia na reverência ao Princípio Feminino Cósmico (DEUSA MÃE).

A TERRA nesta tradição simboliza generosidade, abundância, paciência, aceitação, acolhimento e renovação de vida.

O Princípio Masculino (DEUS PAI) é visto nesta tradição como o SEMEADOR DA VIDA ETERNA.

A complementaridade entre o masculino e o feminino exemplifica um paradigma de não violência e não dominação na parceria entre homens e mulheres, ser humano e natureza, onde o divino se expressa na ação amorosa de celebração e preservação da vida.

As Celebrações de Matrimônio Célticas ocorriam no Festival de Beltane que era um festival de luz e acontecia no ponto de equilíbrio entre a primavera e o verão.
Esse festival simbolizava o "casamento sagrado" entre as energias feminina e masculina, a continuidade da vida através das plantações, dos animais e dos seres humanos.
A Deusa do meu coração saúda e honra a Deusa do seu coração.
Nesta cerimônia revivemos princípios eternos, comungando com a tradição milenar.

Handfasting vem do verbo handfast, que na era medieval era a denominação do contrato de casamento. No ritual atamos as mãos dos noivos enquanto eles fazem juras de amor.
Os votos simbolizam o compromisso consigo mesmo e com a outra pessoa e incluem honra, respeito e proteção à família.
Esta cerimônia de matrimônio é um louvor a Terra, à Natureza e à Mãe de todas as coisas.
É uma data muito bonita e de grande significado.
Nós nos abrimos para o Deus e a Deusa da Juventude.
Não importa qual idade que tenhamos, sentimo-nos jovens novamente e nos unimos ao fogo da vitalidade e juventude e permitimos que esta vitalidade nos vivifique e cure.
Os rituais e as cerimônias são momentos em que com humildade, reconhecemos a necessidade de religião com o Divino.
Criamos um espaço de sintonia vibratória em que seres espirituais se aproximam e auxiliam na transmutação e na conexão com a luz.
Para isto é importante que as cerimônias sejam feitas com esmero, amor, dedicação e alegria em servir, visando atingir as vibrações compatíveis para a presença auxiliadora dos mestres.A Participação de uma sacerdotisa experiente para conduzir a cerimônia e a participação amorosa de amigos e parentes é muito importante na harmonização da celebração.
Ritual Celta
Desde 600 a.C. os povos celtas tinham um alfabetodenominado OGHAM (pronunciado OWAN), considerado sagrado e usado somente para escritas e gravações especiais. Somente os iniciados aprendiam esse alfabeto.
Para escritas comuns usavam o alfabeto grego.
Durante a invasão romana, a igreja católica trocou o alfabeto ogham pelo alfabeto latino. Saint Patrick queimoupessoalmente 180 livros irlandeses escritos em ogham.
Tudo que a igreja católica encontrava sobre druidas e celtas era imediatamente destruído.
Contudo, o alfabeto ogham vingou até mais ou menos 700 d.C. As mensagens eram passadas entre os iniciados através de códigos por movimentos de nariz, pernas e braços, silenciosamente e secretamente representando o alfabeto ogham.
Os celtas possuíam 3 Leis principais dentro de seus ensinamentos:
* Cultuar os deuses
* Não fazer o mal
* Ser forte e corajoso
Eram extremamente religiosos, por isso os rituais faziam parte de suas vidas.
Durante os rituais eram servidos pães, vinho, frutas e carnes, dentre outras coisas.
A carne preferida entre eles era a carne de porco, pois era a preferida do Deus Lugh.
O carvalho e o visco eram plantas sagradas.
Segundo pesquisadores, o azevim simbolizava o sangue menstrual por ser uma planta vermelha; e as frutas do visco, por serem brancas, simbolizavam o sêmen.
Rituais de fertilidade faziam parte da cerimônia dos deuses do carvalho e do visco.
O sacerdote e a sacerdotisa entregavam-se durante os rituais.
Era o poder do Deus do Céu (raio que atinge o carvalho, o punhal) fertilizando a Deusa Mãe (a taça).
Durante as cerimônias, os sumo-sacerdotes usavam máscaras ou coroas com chifres simbolizando o Deus Cernudos (Bretanha) ou Cornudo (Irlanda). Era o símbolo de virilidade necessária à fertilidade.
Era esse Deus que abria os portões da vida e da morte. Era o lado masculino e ativo; a forma mais antiga de Deus desse mundo.
A contra-parte feminina de Cernudos era a Deusa Nua da Lua Branca; é a grande mãe que cria, o passivo, o feminino na Natureza.
As celebrações eram realizadas à noite, já que o dia celta começava à meia-noite.
Por isso, eles contavam o tempo por noites, e não por dias. O calendário era baseado na lua e tinha 13 meses.
A cada dois anos e meio e três anos, alternadamente, era inserido mais um mês de 30 dias.
Os meses tinham os nomes das árvores sagradas e correspondiam às letras do alfabeto ogham.
Algumas vezes era inserido mais alguns dias em um mês sem nome para completar o período do ano.
Um período de 5 anos chamava-se LUSTRE.
Um ciclo druídico completo tinha 6 lustres ou 30 anos. Uma era druídica tinha 630 anos ou 126 lustres.
Um ano é dividido em duas partes: fase escura, que começa com o ritual Samhain, e fase clara, que começa com o ritual Beltane.
Todos os feriados sagrados aconteciam em solstícios, equinócios e fases lunares.
Os quatro festivais do fogo (solstícios e equinócios) eram o apogeu das plantações.
Eles representavam trabalhar a terra, semear, crescer e colher. Saiba mais sobre os dias sagrados no link Roda do Ano Celta. (abaixo)
Lughnasadh
Dos oito sabás principais, LUGHNASADH é o próximo ritual. Realizado no dia primeiro de agosto ou a primeira lua cheia de leão é um festival de pré-colheita, o ponto de virada da Mãe Terra. As últimas ervas são colhidas.
É uma celebração em homenagem ao casamento do Deus Lugh da Irlanda (ou Llue na Britânia e Gales) com a Mãe Terra.
Também chamado de Lammas, Cornucopia ou Thingtide, este ritual marca o começo da estação da colheita e o declínio do verão.
Rituais e celebrações eram feitos para assegurar uma colheita farta e um inverno ameno.
Neste dia, tenha sobre seu altar: um cálice com água – à oeste; uma vareta de incenso à base de frutas (maçã, morango, etc) – à leste; uma vela amarela ou laranja – ao sul; um cristal ou uma vasilha com sal marinho – ao norte; e frutas e cereais (maçã, milho, etc) - no centro. Se quiser, você poderá enfeitar seu altar com flores e trigo.
Não se esqueça de ter pães, bolos e vinho para a celebração ao término do ritual.
Faça este ritual ao meio dia ou de preferência à meia-noite, pois os rituais celtas eram realizados à noite sob o luar.
Prepare o seu altar como em todos os rituais da Roda do Ano: sempre tendo firmado os cinco elementos da natureza (água, fogo, ar, terra e espírito).
Acenda o incenso e a vela e peça ao Deus e a Deusa que sua colheita seja farta, e que você sempre tenha o suficiente para o inverno que está por vir.
Use roupas claras e abstenha-se de carne vermelha, bebidas alcoólicas e drogas antes do ritual.
Lembre-se: um corpo divino é sempre um corpo sadio!
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Sobre a Autora: Fotografia 
Graciele Aguiar
Este blog foi criado inicialmente para mostrar as minhas clientes, muitas coisas interessantes e bonitas que eu fui vendo nas redes. Passei a pouco a publicar minhas fotos assinadas também, pois adoro registrar casamentos e eternizar em imagens, os momentos mais especiais da vida das minhas noivas. E depois, fotografar os bebês que sempre surgem do amor do casal. Sou psicóloga, casada há 25 anos, mãe de 3 ex-nenenzinhos que já viraram adultos e tenho 48 anos.          Sou de Divinópolis e moro em Belo Horizonte Querendo orçar foto e filmagem para seu casamento ou esclarecer  algo que eu postei, aqui estão os meus contatos:   (31) 3088 2953, 3464 4436 e 9615 1690 E-mail: graciele@gracieleaguiar.com.br 
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